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No último ano, vivendo uma situação totalmente atípica para a nossa sociedade, muitas coisas acabaram por passar em nossa mente, nos tornando cada vez mais reflexivos perante situações nas quais não teremos o controle.

Dessa forma, um dos grandes problemas levantados nesse tempo, foi a necessidade de se criar e manter reservas de emergência e fundos monetários que nos permitem ficar mais seguros perante essas realidades.

Um dos pontos mais abordados, justificado pela interação do governo para com seus cidadãos e pelo medo do desamparo por parte governamental, foi a respeito dos investimentos em uma previdência privada. Apenas no ano de 2020, o setor teve um crescimento de 7%, alcançando a marca histórica de R $1 trilhão de reais em reservas.

Assim, a pergunta que nós fazemos é se esse tipo de investimento realmente vale a pena nos dias atuais.

Mas, antes, o que é previdência privada?

A previdência privada é um plano de aposentadoria complementar à previdência social, que está ligada ao INSS. Atualmente o valor do teto pago pelo Instituto Nacional de Segurança Social é de R$ 6.433,57.

Nesse sentido, para aqueles que desejarem se aposentar com um valor superior ou que não possuem vínculo com o instituto por ser um profissional liberal, o projeto de previdência privada pode ser útil para quem já está pensando nessa possibilidade.

O sistema de previdência público, gerado pelo governo federal, sente cada vez mais a pressão da longevidade da população, onde mais pessoas envelhecem e menos pessoas nascem. Em 2020, o INSS atingiu o déficit recorde de R$ 270 bilhões, segundo dados do Tesouro Nacional, e chegou a ter quase 2 milhões de pessoas na fila de espera do benefício.

Dessa forma a previdência privada tem se tornado cada vez mais uma opção real para os brasileiros, nela você constrói seu próprio patrimônio e acompanha de perto a rentabilidade, com liberdade para definir sua renda futura e maximizar seus ganhos.

A previdência privada vale a pena?

Primeiramente, você deve observar quais são seus objetivos investindo em uma previdência privada, pois, como a intenção dela é ser algo complementar à aposentadoria regular, não é um investimento a curto prazo.

Então, se seu objetivo realmente é um investimento a longo prazo, a previdência privada vale a pena para você!

A previdência privada possui em seu projeto um diferencial que a torna mais atrativa para investimentos a longo prazo. Dessa maneira a cartela de benefícios da previdência privada vai desde benefícios fiscais até uma facilitação na transmissão desses recursos para herdeiros, além de ter as mesmas estratégias de investimento encontradas nos fundos tradicionais.

Essas medidas são, por fim, para facilitar os três pilares do investidor nessa área: O acúmulo, o resgate e a transferência;

Outro ponto importante a ser considerado na hora de optar por esse tipo de investimento é o comportamento do governo em relação às suas medidas previdenciárias. Em 2019, o Brasil aprovou a reforma da previdência, mudando, em muitos pontos, a forma, idade e correção de recebimento da aposentadoria.

Com a aprovação e vigência desse novo modelo previdenciário, ocorre uma mudança de mercado, então, para aqueles que têm esta possibilidade de investimento, vale a pena para que assim o façam.

Como funciona o investimento?

De uma maneira simplificada, a previdência privada possui duas principais formas de investimento: o VGBL e o PBGL.

O VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, é o plano previdenciário mais comum e mais recomendado. Ele é recomendado para todos os tipos de investidores, inclusive para aqueles que têm a previdência privada como primeiro ou único investimento.

Voltado para aqueles que fazem a declaração de imposto de renda simplificada, é a amplificação do processo de investimento. Além disso, esse plano previdenciário tributa apenas os rendimentos obtidos no período de investimento.

Já o PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, é um plano previdenciário que permite o ganho de benefício fiscal ao declarar o Imposto de Renda. Entretanto, na maioria dos casos, o benefício é concedido àqueles que realizam a declaração de Imposto de Renda Completa.

De maneira objetiva, ao fazer esse tipo de previdência privada, o investidor poderá reverter até 12% do valor do imposto de renda diretamente para sua previdência privada. Pensando a longo prazo, essa acumulação “extra” pode ser algo interessante.

Para o investidor que tem como objetivo, um prazo de, pelo menos, dez anos, o plano previdenciário vale o investimento. Optando pela tabela de tributação regressiva, após 10 anos teremos uma alíquota de Imposto de Renda de 10% sobre o lucro, ou sobre o principal a depender se o Plano Previdenciário é VGBL ou PGBL conforme já dito anteriormente.

Vale ressaltar que o plano de previdência pode ser realizado tanto para quem possui o objetivo de receber o valor em parcelas, como para aqueles que desejam resgatar o valor completo após o período de investimento.

Quando se torna mais vantajoso?

01) Para investidores que realizam a declaração completa do imposto de renda;

02) Para salários médios, a previdência funciona?

O sistema de tributação Progressivo isenta completamente o Imposto de Renda de pessoas cuja renda salarial é limitada em até R$ 22.847,88 por ano, ou R$ 1.903,99 por mês. Além disso, tributa em apenas 7,5% os investidores cuja renda salarial é de até R$ 2.826,65. Dessa forma, essa é uma das melhores opções para quem deseja investir e possui esta faixa salarial.

03) Gostaria de poupar, mas não consigo guardar!

Nesse modelo de investimento, você acaba por se obrigar a ter o compromisso com aquele valor mensalmente, o que facilita a vida daqueles menos disciplinados na hora de guardar dinheiro.

04) Profissionais autônomos e liberais

Assim, o modelo privado consegue oferecer a esse tipo de trabalhador uma garantia a mais para todo seu trabalho e esforço.

Gostou do nosso artigo? Conte para nós qual sua opinião sobre esse tipo de investimento. E, se possuir alguma dúvida sobre o assunto, estamos aqui para auxiliar. Entre em contato conosco!

No ano de 2020, quando iniciado o enfrentamento da pandemia em decorrência do Coronavírus, o Ministério da saúde reconheceu, através da Portaria nº. 639, de 31 de março de 2020, o médico veterinário como profissional da saúde.

Em uma situação pandêmica, esses profissionais se unem ao coletivo e passam a atuar na linha de frente do combate ao vírus.

Um contexto histórico

A pandemia em decorrência ao Covid-19 afirmou a falta de conhecimento por grande parte da nossa sociedade. O conceito adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolvido em 1947, define a saúde como “estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”.

A partir disso, a saúde de uma população depende de vários fatores além da presença ou ausência de uma doença no paciente. A qualidade de vida da comunidade também dependerá da harmonia com a fauna e a flora do lugar em que vivem.

É, nesse sentido, que o veterinário entra na saúde pública, porque além de cuidar de animais, esses profissionais são capazes de cuidar da população e do meio ambiente que estão inseridos. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 75% das doenças emergentes se originaram em fauna selvagem, bem como 60% das doenças conhecidas são transmitidas por animais.

O estudo das zoonoses e medidas de saúde pública que se refere a essas doenças transmitidas ao homem é uma das funções do médico-veterinário, que é um profissional de saúde reconhecido pelo Conselho Nacional de Saúde (SNC) desde 1998. Neste contexto, é sempre necessário consolidar as posições adquiridas de médicos veterinários em termos de saúde pública, bem como a conquista de novos espaços, particularmente em equipes de monitoramento epidemiológicas e ecológicas.

Dessa forma, a falta de conhecimento acaba se tornando uma barreira para a atuação desses profissionais e, de forma subjetiva, configurando-se até um pré-conceito por parte da grande massa populacional.

Covid-19, ações de combate que salvam vidas!

Atualmente, a medicina veterinária é uma das áreas de atuação com mais especialidades e abordagens, chegando a 80 atividades, dentre elas, encontra-se a saúde pública.

Pode-se considerar o médico veterinário responsável por atividades que vão desde a fiscalização da indústria, inspeção e monitoramento sanitário, controle zoológico, até ações de controle e imunização. Ademais, podem complementar funções em laboratórios, pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas e medicamentos para uso humano e animal.

Dessa forma, esses profissionais entram como grande reforço na luta contra o coronavírus, na corrida contra o tempo para salvar vidas.

A situação de pandemia em que vivemos, originada em uma interface homem-animal, demonstra a necessidade de uma colaboração e união intersetorial, especialmente em gerenciamento de riscos, prevenção, biossegurança e comunicação.

Na luta contra a covid-19, desde 2020, o médico-veterinário foi incluído pelo Ministério da Saúde entre os profissionais de saúde que poderiam atuar como voluntários da ação “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Segundo o programa, mais de 50% dos profissionais da área se inscreveram para participar de forma ativa no enfrentamento do vírus.

De forma mais abrangente e mais conhecida, hoje, o profissional da área ocupa um papel importante na saúde pública e, por consequência, na vida da população. Um novo olhar que abre portas para uma saúde cada vez mais integrada e humanizada.

Capital social: O que é? Como definir?

De maneira simples, capital social é todo valor inicial reservado para abrir uma empresa e garantir seu funcionamento até que o negócio comece a gerar lucro. Dessa maneira, ele pode ser contabilizado em forma de dinheiro ou bens.

Este valor inicial é estabelecido pelos sócios de acordo com as necessidades de funcionamento da empresa. Em outras palavras, o capital social deve ser determinado com base na estimativa dos valores para sua abertura e funcionamento até que a empresa comece a gerar lucro e se pagar.

Qual sua importância?

O capital social é o poder financeiro de uma empresa. Por isso, é fundamental, para o funcionamento do negócio, um bom planejamento estratégico que irá auxiliar na definição, elaboração, análise e acompanhamento de investimentos e resultados.

Dessa forma, podemos elencar três passos importantes para a construção de uma estratégia eficaz:

Então, como definir o capital social da minha empresa?

Então, como definir o capital social da minha empresa?

Falamos há pouco tempo da importância da escolha do tipo societário para a empresa e como, a partir dali, é necessário começar a trabalhar. Assim, a definição do capital social do seu negócio estará diretamente ligada ao tipo de empresa que você está gerindo. Abaixo, alguns dos principais exemplos:

Microempresário individual (MEI)

Como o nome já nos indica, o MEI é uma sociedade individual e não conta com um valor máximo ou mínimo de capital social inicial. Nesse caso específico, a obrigação legal se concentra apenas no registro do quanto foi gasto para o início das atividades formais.

Nessa categoria, o empresário tem um limite de faturamento de R$ 81.000,00 ao ano. Dessa forma, se o lucro da empresa se encaixa dentro desses valores e a atividade permitida se enquadrar também, você pode entrar nesta categoria de empreendimentos. Muitos negócios optam por esse modelo no início de suas atividades pela facilidade de trabalho. Vale ressaltar que com a legislação atual médicos não podem estar enquadrados dentro do MEI.

Empresário Individual

Assim como o MEI, nesta categoria o empresário pode iniciar suas atividades com qualquer valor. Apesar de ser semelhante e também não possuir sócios, estas sociedades se diferem por diversos fatores, como por exemplo a não limitação da quantidade de funcionários, os limites de faturamento e até mesmo atividades permitidas.

Neste caso, pode-se optar por um investimento mínimo, colocado no valor de, pelo menos, R$ 1.000,00 (mil reais), valor este que é necessário para os custos iniciais, como taxas e uma consultoria contábil, por exemplo, que será essencial neste processo. Vale ressaltar que, ao contrário das sociedades limitadas, nas sociedades individuais o sócio responde integralmente pelos débitos da empresa, portanto este deve ser outro fator importante a ser considerado na hora de definir o tipo societário e, consequentemente, o seu capital social.

Sociedade Limitada

A portadora da famosa sigla LTDA são empresas formadas, obrigatoriamente, por dois sócios ou mais. O capital social deste tipo de empresa não possui obrigatoriedade de valor mínimo e é definido de acordo com o investimento de cada sócio. Como dito anteriormente, a quantia poderá ser tanto em moeda corrente quanto em ativos (bens móveis e imóveis).

Nesse tipo societário os sócios respondem pelos débitos da empresa até o limite do seu capital social, ou seja, se a empresa tem um capital de R$ 10.000,00 (dez mil reais) os sócios responderão por esse valor sobre os débitos que venham a ser apurados pela sociedade.

Sociedade Limitada Unipessoal

Como falamos em nosso último artigo*, a sociedade limitada unipessoal, sancionada em 2019, se tornou uma ótima opção para os novos empresários, principalmente aos profissionais da área da saúde.

Nesta modalidade também não é exigido valor de capital mínimo, conta-se apenas com o investimento inicial necessário, dessa forma há uma maior facilidade de investimento para abertura de uma empresa. É importante lembrar que esse modelo é vantajoso por diversos outros motivos, dentre eles a proteção patrimonial por se tratar de uma sociedade limitada, onde o sócio responde apenas até o limite do capital social – conforme explicado anteriormente.

Lembre-se!

Toda empresa possui obrigatoriedade da definição de um valor para capital social e é necessário deixar esse valor explícito e registrado em um contrato social. Neste documento precisam constar todos os detalhes do funcionamento da empresa, como direitos e deveres de cada sócio, condições, pró-labore e todas as obrigações das partes interessadas.

Capital social: Uma questão de estratégia!

O capital social é fundamental para o funcionamento da empresa, sua importância vai além dos momentos iniciais do negócio e seu lucro declarado tem impacto direto na concessão de créditos bancários, mudança de sócios e ações futuras da empresa, como a sucessão de um sócio, por exemplo.

Independentemente de seu modelo de empresa e porte, sabemos que são muitos detalhes burocráticos que são necessários para o bom funcionamento do seu negócio. Por isso, contar com a ajuda de profissionais qualificados torna o processo mais fácil, tranquilo e seguro.

Um funcionamento eficaz se inicia com um bom planejamento e isso requer uma atenção especial e um olhar atento aos desafios e oportunidades!

Para todas as fases da sua empresa e para todos os passos desse processo, a Broker Consultoria Contábil possui as melhores soluções. Contamos com um time especializado para auxiliar no crescimento do seu negócio. Entre em contato!

Leia também: Como definir o melhor tipo societário para empresas da área da saúde?