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No último ano, vivendo uma situação totalmente atípica para a nossa sociedade, muitas coisas acabaram por passar em nossa mente, nos tornando cada vez mais reflexivos perante situações nas quais não teremos o controle.

Dessa forma, um dos grandes problemas levantados nesse tempo, foi a necessidade de se criar e manter reservas de emergência e fundos monetários que nos permitem ficar mais seguros perante essas realidades.

Um dos pontos mais abordados, justificado pela interação do governo para com seus cidadãos e pelo medo do desamparo por parte governamental, foi a respeito dos investimentos em uma previdência privada. Apenas no ano de 2020, o setor teve um crescimento de 7%, alcançando a marca histórica de R $1 trilhão de reais em reservas.

Assim, a pergunta que nós fazemos é se esse tipo de investimento realmente vale a pena nos dias atuais.

Mas, antes, o que é previdência privada?

A previdência privada é um plano de aposentadoria complementar à previdência social, que está ligada ao INSS. Atualmente o valor do teto pago pelo Instituto Nacional de Segurança Social é de R$ 6.433,57.

Nesse sentido, para aqueles que desejarem se aposentar com um valor superior ou que não possuem vínculo com o instituto por ser um profissional liberal, o projeto de previdência privada pode ser útil para quem já está pensando nessa possibilidade.

O sistema de previdência público, gerado pelo governo federal, sente cada vez mais a pressão da longevidade da população, onde mais pessoas envelhecem e menos pessoas nascem. Em 2020, o INSS atingiu o déficit recorde de R$ 270 bilhões, segundo dados do Tesouro Nacional, e chegou a ter quase 2 milhões de pessoas na fila de espera do benefício.

Dessa forma a previdência privada tem se tornado cada vez mais uma opção real para os brasileiros, nela você constrói seu próprio patrimônio e acompanha de perto a rentabilidade, com liberdade para definir sua renda futura e maximizar seus ganhos.

A previdência privada vale a pena?

Primeiramente, você deve observar quais são seus objetivos investindo em uma previdência privada, pois, como a intenção dela é ser algo complementar à aposentadoria regular, não é um investimento a curto prazo.

Então, se seu objetivo realmente é um investimento a longo prazo, a previdência privada vale a pena para você!

A previdência privada possui em seu projeto um diferencial que a torna mais atrativa para investimentos a longo prazo. Dessa maneira a cartela de benefícios da previdência privada vai desde benefícios fiscais até uma facilitação na transmissão desses recursos para herdeiros, além de ter as mesmas estratégias de investimento encontradas nos fundos tradicionais.

Essas medidas são, por fim, para facilitar os três pilares do investidor nessa área: O acúmulo, o resgate e a transferência;

Outro ponto importante a ser considerado na hora de optar por esse tipo de investimento é o comportamento do governo em relação às suas medidas previdenciárias. Em 2019, o Brasil aprovou a reforma da previdência, mudando, em muitos pontos, a forma, idade e correção de recebimento da aposentadoria.

Com a aprovação e vigência desse novo modelo previdenciário, ocorre uma mudança de mercado, então, para aqueles que têm esta possibilidade de investimento, vale a pena para que assim o façam.

Como funciona o investimento?

De uma maneira simplificada, a previdência privada possui duas principais formas de investimento: o VGBL e o PBGL.

O VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, é o plano previdenciário mais comum e mais recomendado. Ele é recomendado para todos os tipos de investidores, inclusive para aqueles que têm a previdência privada como primeiro ou único investimento.

Voltado para aqueles que fazem a declaração de imposto de renda simplificada, é a amplificação do processo de investimento. Além disso, esse plano previdenciário tributa apenas os rendimentos obtidos no período de investimento.

Já o PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, é um plano previdenciário que permite o ganho de benefício fiscal ao declarar o Imposto de Renda. Entretanto, na maioria dos casos, o benefício é concedido àqueles que realizam a declaração de Imposto de Renda Completa.

De maneira objetiva, ao fazer esse tipo de previdência privada, o investidor poderá reverter até 12% do valor do imposto de renda diretamente para sua previdência privada. Pensando a longo prazo, essa acumulação “extra” pode ser algo interessante.

Para o investidor que tem como objetivo, um prazo de, pelo menos, dez anos, o plano previdenciário vale o investimento. Optando pela tabela de tributação regressiva, após 10 anos teremos uma alíquota de Imposto de Renda de 10% sobre o lucro, ou sobre o principal a depender se o Plano Previdenciário é VGBL ou PGBL conforme já dito anteriormente.

Vale ressaltar que o plano de previdência pode ser realizado tanto para quem possui o objetivo de receber o valor em parcelas, como para aqueles que desejam resgatar o valor completo após o período de investimento.

Quando se torna mais vantajoso?

01) Para investidores que realizam a declaração completa do imposto de renda;

02) Para salários médios, a previdência funciona?

O sistema de tributação Progressivo isenta completamente o Imposto de Renda de pessoas cuja renda salarial é limitada em até R$ 22.847,88 por ano, ou R$ 1.903,99 por mês. Além disso, tributa em apenas 7,5% os investidores cuja renda salarial é de até R$ 2.826,65. Dessa forma, essa é uma das melhores opções para quem deseja investir e possui esta faixa salarial.

03) Gostaria de poupar, mas não consigo guardar!

Nesse modelo de investimento, você acaba por se obrigar a ter o compromisso com aquele valor mensalmente, o que facilita a vida daqueles menos disciplinados na hora de guardar dinheiro.

04) Profissionais autônomos e liberais

Assim, o modelo privado consegue oferecer a esse tipo de trabalhador uma garantia a mais para todo seu trabalho e esforço.

Gostou do nosso artigo? Conte para nós qual sua opinião sobre esse tipo de investimento. E, se possuir alguma dúvida sobre o assunto, estamos aqui para auxiliar. Entre em contato conosco!

Todas as empresas presentes no mercado foram projetadas para terem sucesso em suas respectivas áreas, com negócios na área da saúde não seria diferente. Por esse motivo, garantir o controle financeiro do negócio é uma das peças fundamentais para esse caminho de sucesso.

Uma gestão financeira bem planejada e executada faz toda diferença e traz resultados positivos para a gestão de toda empresa. Entretanto, muitos não possuem o verdadeiro entendimento que uma boa gestão financeira tem e, acabam por deixar esse setor em outro plano, o que a longo prazo pode trazer grandes prejuízos.

Por ser um assunto visto com dificuldade, separamos dicas importantes que vão auxiliar na organização financeira de seu negócio. Confira:

1) Finanças pessoais X Finanças da empresa

Não separar as finanças pessoais das da empresa é um erro comum que muitos empresários acabam cometendo.

Antes de tudo, é importante que o empresário defina seu pró-labore, que é uma espécie de salário dos donos da empresa. Com essa definição feita, fica mais fácil separar as contas pessoais das contas da própria empresa. Além do mais, a empresa auferindo resultados positivos ao final do exercício social, pode-se analisar as possibilidades de distribuir uma parcela do lucro aos sócios.

Com isso, o empreendedor não corre o risco de misturar as coisas e acabar por desorganizar todas as contas e pagamentos. Lembre-se que o seu negócio tem vida própria e precisa funcionar de maneira independente, sem que haja confusão patrimonial, mantendo assim a saúde financeira da entidade.

2) Conhecimento e organização

Um bom empresário tem esses dois pontos como grandes aliados. Sabemos que uma gestão eficiente do negócio não depende apenas do conhecimento específico e técnico na área de atuação, mas também é necessário que se entenda sobre processos, obrigações, normas e de toda a parte fiscal e contábil da empresa.

Dessa forma, um bom empreendedor é aquele que se dispõe a aperfeiçoar não só o core business, mas toda a estrutura de seu negócio.

Unido ao conhecimento sobre o negócio deve estar a organização de todo o empreendimento. É como diz o ditado, “uma pessoa organizada vale por duas!” E nesse caso, vale mesmo. Muitas vezes, empresas acabam entrando em grandes dívidas ou atrapalhando a vida do seu negócio pois não organizam seus dados como deveriam.

Lembre-se que a organização e o conhecimento interno do seu negócio são peças-chave para mantê-lo funcionando de maneira eficaz.

3) Planejamento financeiro

Gostamos sempre de ressaltar a importância de um bom planejamento e, nesse caso, não seria diferente. O planejamento é a parte essencial que pode designar o sucesso ou fracasso de qualquer atividade.

Esse documento reúne todo o estudo sobre a empresa, seu mercado e metas, para que o empresário saiba exatamente seu ponto de partida e aonde quer chegar. Nesse documento, o empresário vai desenhar todos os seus objetivos e metas para a empresa, em todas as áreas internas do empreendimento. Aqui, é importante que o empresário tenha uma visão ampla sobre seu negócio e de todas as partes que manterão a empresa funcionando bem.

Dentro do planejamento geral, é de suma importância que conste o planejamento financeiro de seu negócio. Nele, o empresário irá focar de maneira específica na gestão econômica. Nessa parte, deve constar de maneira clara e organizada, todos os custos empresariais, como custos fixos, tributações, aluguel, pagamento de funcionários, software, etc.

Esses dados serão essenciais como parte de todo o planejamento da empresa, não esqueça nenhum! 😉

Assim, o planejamento irá te auxiliar na criação de uma dinâmica operacional precisa e um controle de contas e caixa eficaz. Ademais, um bom planejamento irá preparar o empresário para todo e qualquer tipo de situação e adversidade. Nele, é possível traçar planos e criar reservas para possíveis emergências e crises, mas, vamos falar desse ponto em específico mais abaixo.

4) Plano de ação para emergências

Bom, dentro do plano de negócios e do plano financeiro, é sempre importante reservar um espaço para um plano de emergência e contenção de crise.

Como exemplo, há tempos estamos vivendo uma situação de crise em diversos setores em decorrência do Coronavírus. Todos os dias somos bombardeados com notícias nos informando de como está a situação na saúde e nos setores do comércio.

Muitas empresas, que não estavam devidamente preparadas ou pequenos negócios, acabaram por ir à falência ou adquiriram dívidas grandiosas para manterem seus negócios funcionando.

Por isso, além de organizar seus dados e manter o controle de tudo que acontece na parte interna do seu negócio, é interessante desenvolver com toda a equipe, ou pensando em todas as áreas, um plano de emergência para a prevenção desse tipo de situação.

É importante salientar que o plano de emergência deve prever situações de risco e criar medidas para reduzir os impactos desses problemas. Dessa forma, é importante que o gestor esteja sempre atualizado com aquilo que acontece no mundo, para sempre estar um passo à frente das situações de crise. Assim, seu negócio estará sempre protegido e com a garantia de sobrevivência ao mercado em possíveis situações desfavoráveis.

5) Cuidado com os gastos desnecessários

Levando em consideração todos os planejamentos e toda a organização da empresa, é preciso ter muito cuidado para seguir tudo aquilo que está no papel. Por essa razão, fique atento a todos os gastos que podem prejudicar o orçamento e o fluxo de caixa do seu negócio.

Para um bom controle financeiro, listamos algumas dicas importantes, fique de olho!

6) A tecnologia a seu favor!

Atualmente, é possível automatizar muitos processos que antes eram feitos de maneira manual, dessa forma, conseguimos poupar tempo e dedicar nosso olhar para outras áreas do negócio, otimizando processos.

A emissão de relatórios financeiros, preenchimento de notas fiscais e fluxo de caixa são alguns exemplos de ferramentas que podem ser automatizadas e entregar mais tempo e liberdade ao empresário.

Entretanto, ter um sistema eficiente não exclui a obrigação dos gestores de sempre estarem atualizados de tudo o que acontece dentro da empresa, isso significa sempre estar de olho nos dados e informações desses sistemas.

Agora que você já está por dentro de algumas das principais dicas para cuidar da estrutura financeira do seu negócio, que tal conhecer algumas soluções que preparamos especialmente para profissionais da área da saúde? Entre em contato conosco e agende uma avaliação!

Broker Consultoria Contábil

O contrato social é o documento que oficializa a abertura da empresa. De maneira simplificada, é a “certidão de nascimento” do seu negócio.

Toda empresa no Brasil precisa desta documentação para operar e se registrar nos órgãos públicos. Com ele, também será possível a abertura de conta conjunta e a participação em licitações e contratos com o governo.

No contrato social deve constar todas as informações básicas da empresa, como por exemplo, dados físicos de cada sócio, endereço da empresa, quais são os deveres de cada sócio, qual a participação, a área de atuação, dentre outros.

De maneira geral, o contrato social irá identificar e definir quem são e qual o exato papel de cada sócio dentro da empresa. Legalmente, os sócios irão responder por toda e qualquer situação empresarial.

Assim como a certidão, o contrato social precisa ser registrado, nesse caso, poderá ser feito na JUCIS-DF – Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal – ou em Cartório de registro de pessoa jurídica, de acordo com a escolha do tipo de sociedade.

!!Importante: O contrato social é utilizado para o registro e legalização de sociedades. Em outras palavras, o documento se faz necessário apenas no caso de empresas abertas por sócios. Para negócios formalizados apenas por um empreendedor, não é preciso tal contrato.

Como deve ser feito o contrato social do meu negócio?

A criação de um contrato social é de suma importância e, mesmo se tratando de algo relativamente simples, é preciso entender cada parte do processo, por isso, recomenda-se contar com o auxílio de um bom contador.

Buscar um auxílio desde o início de bons profissionais permite que o negócio flua sem empecilhos e burocracias irreais. Facilitando assim, o trabalho de todos os envolvidos no empreendimento.

Quais são os tipos de contrato social?

Como abordado acima, o contrato social é utilizado apenas nos casos onde há sociedade. No caso de empresas constituídas apenas por uma pessoa, pode-se utilizar documentos equivalentes, ajustados de acordo com cada categoria empresarial.

Abaixo, listamos alguns exemplos de acordo com cada categoria:

Sociedade Limitada (LTDA)

É o contrato social padrão, o mais utilizado. Uma das vantagens deste modelo é que pode ser alterado de acordo com a necessidade. Esse detalhe acaba se tornando vantajoso, pois a possibilidade de alteração é de grande auxílio para negócios que ainda estão crescendo e definindo seus serviços.

Pode-se destacar que uma Sociedade Limitada não necessita de conselhos diretórios, o que permite que apenas uma pessoa dirija a empresa. Ademais, o patrimônio pessoal dos sócios envolvidos fica “protegido”, em caso de falência ou outros problemas graves que possam afetar a empresa.

Dessa forma, esta é uma opção mais maleável, visto que, as responsabilidades de cada sócio, o pró-labore e os investimentos irão mudar de acordo com a disponibilidade de cada um e de cada atividade. Por isso, para aqueles que estão iniciando seus projetos, é uma das opções mais utilizadas.

Microempreendedor Individual (MEI)

Nesse caso, o documento de registro utilizado é o CCMEI – Certificado da Condição de Microempreendedor Individual – que equivale ao requerimento do empresário e certifica seu negócio.

Como se sabe, a modalidade MEI é uma das mais utilizadas no país e possui grandes facilidades para o empresário que se encaixa nesta modalidade. Dentre as vantagens encontram-se a facilidade em emitir notas fiscais, pagamento de impostos de maneira simplificada e redução burocrática.

Empresário Individual (EI)

Nessa modalidade a documentação exigida é o requerimento de empresário. O requerimento equivale ao contrato social da empresa. Esse modelo se encaixa para empresários nos formatos MEI, ME ou EPP. Assim, o empresário individual, como o nome diz, não possui sócios, ele administra todo o negócio sozinho e, ao contrário do contrato, o requerimento não pode ser modificado.

Nessa estrutura, não existe separação entre os bens da pessoa física e da pessoa jurídica. Em outras palavras, se a empresa se endividar, os bens do empreendedor poderão ser usados para custear os débitos.

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

Já neste modelo, o registro da empresa se chama Ato Constitutivo, que equivale ao contrato social, entretanto, com algumas diferenças quando comparada ao MEI e EI, por exemplo.

Aqui, o contrato é ajustado em comum acordo e o patrimônio do empreendedor é separado do proprietário. Assim, uma das maiores diferenças nessa categoria é a de que para se enquadrar na modalidade, é preciso um capital mínimo de cem salários mínimos (em reais).

Qual a importância da formalização?

Uma das partes mais importantes do seu negócio é o seu processo de formalização. Esse passo é um dos primeiros para a consolidação de uma empresa respeitada no mercado. Afinal, uma empresa de confiança possui controle de todos os seus processos, certo?

Dessa forma, contar com empresas especializadas é essencial para a construção de um nome forte e respeitado no mercado.

Na Broker Consultoria Contábil nós abrimos sua empresa de maneira gratuita e lhe entregamos toda a assistência necessária para sua formalização!

Conte conosco!

Para o profissional da área da saúde, há uma grande questão logo no início da prestação de seus serviços: Qual mais vantajoso, pessoa física ou jurídica?

De forma prática, alguns serviços podem ser exercidos como pessoa física e a medicina se enquadra nesse perfil. Dessa maneira, é possível exercer tais atividades sem necessariamente, abrir uma empresa. Mas, a dúvida que permanece é se, de fato, vale a pena permanecer dessa maneira.

Para serviços como pessoa jurídica, grande parte dos empreendedores optam por escolher ou o Regime de Tributação Simples Nacional ou o Lucro Presumido. Já em casos das atividades como pessoa física, o profissional pode emitir recibo usando seu CPF e pagando o imposto de renda através do carnê leão, usando o livro caixa.

Já para os optantes do CNPJ, nas formas mais utilizadas, simples nacional e lucro presumido também possuem suas particularidades. Na primeira opção, o imposto é cobrado de acordo com o faturamento empresarial, levando em consideração pagamentos como salários e pró-labore (O “salário” do dono da empresa).

Por outro lado, na opção do lucro presumido a taxa utilizada é fixa, totalizando 11,33% sobre o faturamento. Outro ponto importante é que, nesta opção, também é acrescentado o ISS – imposto sobre serviços – que é pago junto ao governo do distrito federal, em uma alíquota mínima de 2%.

!!Uma dica muito importante: Antes de decidir qual sistema tributário, procure sempre um profissional especializado. É com o auxílio de uma consultoria contábil que você conseguirá definir, de maneira eficaz, sua estratégia tributária.

Pessoa física

As despesas dedutíveis que são incluídas ao profissional que atua como pessoa física estão diretamente relacionadas à sua atividade. Essas despesas são, por exemplo, aluguel do espaço, pagamento de funcionários, pró-labore, materiais de trabalho, entre outros.

Dessa forma, a apuração e cálculo do imposto de renda terá uma variação sobre o rendimento líquido do seu negócio. Assim, essa apuração poderá ser de até 27,5%, somado ao INSS, alvará de localização e o ISSQN Autônomo.

Em um primeiro momento, a opção pode parecer mais vantajosa e menos burocrática, afinal, não é tratada como uma empresa, de fato. Porém, dependendo dos rendimentos do seu negócio e sua projeção de crescimento, esse modelo acaba por se tornar mais trabalhoso e caro, do que possuir um CNPJ.

Pessoa Jurídica

As opções de tributação para pessoa jurídica se dividem nas seguintes: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real. Como falado acima, grande parte das empresas nesse setor escolhem como segmento de tributação o Simples Nacional ou Lucro Presumido, por se tratar de opções menos burocráticas para se trabalhar e, em sua dimensão, mais vantajosas também.

O Lucro Presumido é um processo de tributação que se dá a partir da receita bruta trimestral da empresa. Essa tributação é avaliada e cobrada segundo percentuais pré-definidos em função da atividade exercida pelo negócio. Dessa forma, os percentuais são de 1,6%, 8%, 16% e 32% para cálculo da base para tributação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e 12% e 32% para cálculo da base para tributação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Dentro dessas opções, as empresas que podem optar por essa forma de tributação são aquelas cuja receita bruta total tenha sido igual ou inferior ao valor de R$78.000.000,00.

Já o Simples Nacional possui um sistema de recolhimento de tributos mais simples, através do documento único de arrecadação do Simples Nacional (DAS). Esta opção abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP).

Entretanto, para se encaixar no Simples Nacional é preciso se enquadrar em microempresa ou empresa de pequeno porte e, formalizar a opção junto ao Simples Nacional.

Como decidir?

A decisão da melhor opção vem de um bom planejamento tributário; através deste estudo, é possível definir e comparar os valores de acordo com a projeção empresarial e seus custos.

Não existe uma fórmula padronizada para a regularidade de um bom regime tributário, todo o processo é personalizado e deve se encaixar de acordo com o modelo da empresa. Por isso, salientamos a importância de bons profissionais ao seu lado neste momento. Nós, da Broker Consultoria Contábil, estamos aptos e dispostos a caminhar com você nessa jornada rumo ao sucesso de seu negócio!

Faça uma avaliação tributária conosco!

Capital social: O que é? Como definir?

De maneira simples, capital social é todo valor inicial reservado para abrir uma empresa e garantir seu funcionamento até que o negócio comece a gerar lucro. Dessa maneira, ele pode ser contabilizado em forma de dinheiro ou bens.

Este valor inicial é estabelecido pelos sócios de acordo com as necessidades de funcionamento da empresa. Em outras palavras, o capital social deve ser determinado com base na estimativa dos valores para sua abertura e funcionamento até que a empresa comece a gerar lucro e se pagar.

Qual sua importância?

O capital social é o poder financeiro de uma empresa. Por isso, é fundamental, para o funcionamento do negócio, um bom planejamento estratégico que irá auxiliar na definição, elaboração, análise e acompanhamento de investimentos e resultados.

Dessa forma, podemos elencar três passos importantes para a construção de uma estratégia eficaz:

Então, como definir o capital social da minha empresa?

Então, como definir o capital social da minha empresa?

Falamos há pouco tempo da importância da escolha do tipo societário para a empresa e como, a partir dali, é necessário começar a trabalhar. Assim, a definição do capital social do seu negócio estará diretamente ligada ao tipo de empresa que você está gerindo. Abaixo, alguns dos principais exemplos:

Microempresário individual (MEI)

Como o nome já nos indica, o MEI é uma sociedade individual e não conta com um valor máximo ou mínimo de capital social inicial. Nesse caso específico, a obrigação legal se concentra apenas no registro do quanto foi gasto para o início das atividades formais.

Nessa categoria, o empresário tem um limite de faturamento de R$ 81.000,00 ao ano. Dessa forma, se o lucro da empresa se encaixa dentro desses valores e a atividade permitida se enquadrar também, você pode entrar nesta categoria de empreendimentos. Muitos negócios optam por esse modelo no início de suas atividades pela facilidade de trabalho. Vale ressaltar que com a legislação atual médicos não podem estar enquadrados dentro do MEI.

Empresário Individual

Assim como o MEI, nesta categoria o empresário pode iniciar suas atividades com qualquer valor. Apesar de ser semelhante e também não possuir sócios, estas sociedades se diferem por diversos fatores, como por exemplo a não limitação da quantidade de funcionários, os limites de faturamento e até mesmo atividades permitidas.

Neste caso, pode-se optar por um investimento mínimo, colocado no valor de, pelo menos, R$ 1.000,00 (mil reais), valor este que é necessário para os custos iniciais, como taxas e uma consultoria contábil, por exemplo, que será essencial neste processo. Vale ressaltar que, ao contrário das sociedades limitadas, nas sociedades individuais o sócio responde integralmente pelos débitos da empresa, portanto este deve ser outro fator importante a ser considerado na hora de definir o tipo societário e, consequentemente, o seu capital social.

Sociedade Limitada

A portadora da famosa sigla LTDA são empresas formadas, obrigatoriamente, por dois sócios ou mais. O capital social deste tipo de empresa não possui obrigatoriedade de valor mínimo e é definido de acordo com o investimento de cada sócio. Como dito anteriormente, a quantia poderá ser tanto em moeda corrente quanto em ativos (bens móveis e imóveis).

Nesse tipo societário os sócios respondem pelos débitos da empresa até o limite do seu capital social, ou seja, se a empresa tem um capital de R$ 10.000,00 (dez mil reais) os sócios responderão por esse valor sobre os débitos que venham a ser apurados pela sociedade.

Sociedade Limitada Unipessoal

Como falamos em nosso último artigo*, a sociedade limitada unipessoal, sancionada em 2019, se tornou uma ótima opção para os novos empresários, principalmente aos profissionais da área da saúde.

Nesta modalidade também não é exigido valor de capital mínimo, conta-se apenas com o investimento inicial necessário, dessa forma há uma maior facilidade de investimento para abertura de uma empresa. É importante lembrar que esse modelo é vantajoso por diversos outros motivos, dentre eles a proteção patrimonial por se tratar de uma sociedade limitada, onde o sócio responde apenas até o limite do capital social – conforme explicado anteriormente.

Lembre-se!

Toda empresa possui obrigatoriedade da definição de um valor para capital social e é necessário deixar esse valor explícito e registrado em um contrato social. Neste documento precisam constar todos os detalhes do funcionamento da empresa, como direitos e deveres de cada sócio, condições, pró-labore e todas as obrigações das partes interessadas.

Capital social: Uma questão de estratégia!

O capital social é fundamental para o funcionamento da empresa, sua importância vai além dos momentos iniciais do negócio e seu lucro declarado tem impacto direto na concessão de créditos bancários, mudança de sócios e ações futuras da empresa, como a sucessão de um sócio, por exemplo.

Independentemente de seu modelo de empresa e porte, sabemos que são muitos detalhes burocráticos que são necessários para o bom funcionamento do seu negócio. Por isso, contar com a ajuda de profissionais qualificados torna o processo mais fácil, tranquilo e seguro.

Um funcionamento eficaz se inicia com um bom planejamento e isso requer uma atenção especial e um olhar atento aos desafios e oportunidades!

Para todas as fases da sua empresa e para todos os passos desse processo, a Broker Consultoria Contábil possui as melhores soluções. Contamos com um time especializado para auxiliar no crescimento do seu negócio. Entre em contato!

Leia também: Como definir o melhor tipo societário para empresas da área da saúde?

Sabemos que, no Brasil, existem muitos desafios para aqueles que desejam empreender e, uma das principais escolhas que o empresário deve fazer na hora de iniciar seu negócio é definir qual o melhor tipo societário para a constituição de uma sociedade.

Um negócio sólido começa com muito planejamento. Um bom planejamento é a chave que diferencia empresas de sucesso de negócios que não conseguem se sustentar por muito tempo.

Podemos dizer que uma empresa direcionada ao sucesso detém em sua estrutura três grandes pilares: Porte da empresa, formato jurídico e regime tributário.

Então, como caminhar de forma clara e segura?

Hoje, encontramos uma grande quantidade de informação ao alcance de nossas mãos, entretanto, a curadoria dessas informações é necessária para prosseguirmos com segurança e conhecimento. Para isso, devemos contar com a escolha de bons profissionais para caminhar conosco. Essa é a grande diferença!

A escolha de uma boa consultoria contábil é essencial para a construção de um negócio sólido. Caso contrário, um planejamento instável poderá resultar no pagamento excessivo de impostos, no descumprimento dos compromissos fiscais e, até mesmo, no engessamento do crescimento empresarial devido à falta de estruturas firmes.

Dessa forma, a partir deste entendimento, chega a hora de avaliar as principais características na hora de escolher o melhor tipo societário para seu negócio, que são elas:

Quais os tipos societários mais comuns?

Tipos de Empresa

Sociedade Limitada (LTDA)

A Sociedade Limitada é constituída por um Contrato Social que regula as responsabilidades dos sócios e limita o capital investido por cada um deles. Possui a
característica de limitada, pois a responsabilidade do negócio se limita exclusivamente ao seu capital, o que gera mais segurança aos sócios. Este tipo societário é um dos mais comuns no Brasil justamente pelo aspecto da segurança jurídica, uma vez que a responsabilidade dos sócios pelos atos da empresa se dá apenas até o montante do capital investido. Podemos dizer que, em regra, as dívidas empresariais apenas poderão atingir o patrimônio da pessoa jurídica constituída, não alcançando o patrimônio pessoal de seus sócios, salvo em hipóteses específicas de desconsideração da personalidade jurídica, previstas no art. 50 do Código Civil de 2002.

É importante lembrar que, para a constituição de uma LTDA, deve se ter, obrigatoriamente, dois ou mais sócios, pessoas física ou jurídica (sim, uma pessoa jurídica pode ser sócia de outra pessoa jurídica).

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

A EIRELI, assim como a LTDA – apresentada acima, é uma sociedade de característica limitada, porém constituída por apenas um sócio, que detém todo o capital social da empresa.

Esse modelo foi muito utilizado pela impossibilidade de se ter apenas um sócio nas sociedades limitadas, ou seja, foi a alternativa encontrada pelos empresários individuais para constituir uma sociedade onde não tivessem sócios e fossem responsáveis juridicamente apenas pelo limite do seu capital social.

Entre suas principais características, estão a obrigatoriedade de a empresa ser constituída apenas por pessoas física e a exigência de a nova sociedade requerer um capital social mínimo de 100 salários-mínimos (ao valor atual no momento do registro), o que acaba se tornando inviável para empreendedores iniciantes ou com capital reduzido.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

Sancionada a partir da Lei n.º 13.874/2019, conhecida como Lei da Liberdade Econômica, a Sociedade Limitada Unipessoal surgiu como mais uma opção para quem deseja empreender sozinho e, assim, constituir uma sociedade sem sócios. Vale ressaltar que este tipo societário também conta com toda a segurança de ter responsabilidade limitada (apresentada nos modelos acima), tornado -se assim uma clara ameaça ao modelo EIRELI.

A vantagem prática das Sociedades Limitadas Unipessoais em relação a EIRELI é que, para sua constituição, não é requerido um Capital Social mínimo, ou seja, possibilita a abertura de empresas com valores mais acessíveis e, ainda assim, mantém a proteção ao patrimônio pessoal e individual do empreendedor.

Por esses motivos, apesar da não extinção legal da EIRELI, a tendência é que o formato de Sociedade Limitada Unipessoal seja tratado como unanimidade dentre dos empresários, a partir de então.

Quando se trata da área da saúde, qual tipo societário mais indicado?

A Sociedade limitada unipessoal, sancionada em 2019, vem como um auxílio importante para a abertura de empresas, principalmente quando se trata de empreendimentos na área da saúde, pois, ela possibilita a abertura de clínicas ou consultórios médicos por apenas um único representante legal. É o modelo que, além de trazer a possibilidade de ser constituída por apenas um sócio, traz ainda a proteção patrimonial ao seu gestor, conferindo a pessoa física representante pela PJ uma blindagem em relação aos seus débitos.

Essa possibilidade tornou todo o processo empresário mais célere e sem muitas complicações. Na área da saúde, esse processo representou um grande passo, pois o que antes só era possível ser realizado com mais de um sócio, não é mais necessário.

Com todo avanço, agora o médico empreendedor pode optar pela prestação de serviço sem um sócio obrigatório e sem a obrigação de uma empresa individual (que não confere a limitação da responsabilidade).

Para todos aqueles que procuram a abertura de uma empresa em sociedade com demais sócios continua vigorando a sociedade LTDA como a melhor alternativa, pois não tem capital social mínimo e traz todos os benefícios da proteção patrimonial.

É claro que, é muito importante definir os objetivos e metas antes da abertura e formalização de uma empresa, pois é a partir desses objetivos que o tipo societário, regime tributário e processos jurídicos serão projetados e executados. Por isso, ressaltamos a importância na escolha de bons profissionais para caminhar ao seu lado.

Todo processo deve ser individual e personalizado, de acordo com seus desejos, possibilidades e objetivos.

Consultoria contábil, um investimento seguro

Investimento Seguro

Abrir um empreendimento é um passo muito importante. Tornar-se empreendedor requer um olhar atento e inovador, que enxergue para além das salas de um consultório. E, para que a empresa cresça de maneira rentável, estável e segura, ter uma assessoria qualificada de uma empresa de contabilidade e gestão para área da saúde, sem dúvida é o que fará toda diferença.

Uma consultoria contábil especializada na área da saúde trará a segurança para seu negócio, desde a abertura até à gestão, em seu dia a dia.

Sabemos que, por mais que haja opções mais fáceis para lidarmos, ainda sim, há muita burocracia e detalhes importantes na gestão de empreendimentos na área da saúde e que cada ação é importante para um bom crescimento e funcionamento. Por isso, nossa equipe está a serviço da sua, para garantir uma boa gestão e o sucesso de seu empreendimento.

O ramo da saúde é um dos que mais demandam atenção e dedicação do contador. Dessa forma, faz-se necessário ter uma rede estruturada para questões que ultrapassam o ambiente hospitalar e, por isso, a Broker Consultoria Contábil conta com uma equipe de especialistas para caminhar com você na gestão de seu negócio.